segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Anatomia
O que o tempo faz com anatomia femenina
Esta foto que circula pela internet, é o termometro real que mede as mudanças na anatomia humana e quando essa anatomia está relacionada as mulheres., a mudança é realmente impressionante. Confira voce mesmo...
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
CONFRATERNIZAÇÃO DA SESP
Nossa confraternização (leia-se SESP) aconteceu na tarde desta sexta-feira,18 no Circulo Militar.Aqui alguma fotos do evento.
INTERESSADO EM ADQUIRIR SUAS FOTOS?
ENTRE CONTATO COM
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Motoqueiro "avexado"
Motoqueiro “bundão” atropela
estudante sobre a faixa de pedestre

estudante sobre a faixa de pedestre

foto meramente ilustrativa,
Consórcios, financiamentos em até 80 meses, baixa nos jurus. É atrativo para muita agente adquirir seu meio de transporte. E para fazer frente aos baixos salários, a motocicleta finda por ser a melhor opção. Apesar dos riscos de acidentes, desconfortos do sol, poeira e chuva.
Em contra partida a essas desvirtudes, está à economia de combustível, ocupação de menor espaço, mobilidade e deslocamento rápido dentro do trânsito engarrafados. Na teoria esses seriam os itens do custo benefício, não fossem as dezenas de “doidinhos da motoca” que se sentem os filhos do rei.
Acreditam de verdade que só existem outros condutores para lhes encher a paciência no trânsito. Que a imensa maioria de motoristas é uma “ruma de lerdos”. Só servem para lhes atrapalhar. Desde sentimento, acreditem, estão condutores de todas as “catigorias”. Com destaque para meus colegas motociclistas, mas que preferem ser tratados por “pilotos de motos”.
Um bando de sem noção, alienados sem o menor censo de responsabilidade. Ultrapassam-te pela direita e, para não se quebrarem no veiculo parado no acostamento da estrada, te fecham agressivamente obrigando teu batimento cardíaco, cravar em 160 “bordoadas” durante todo percurso de casa ao trabalho.
Hoje no início do expediente, uma estudante da Escola Armando Nogueira, na Nova Avenida Ceará, foi atropelada sobre a faixa de pedestres ao descer do ônibus. A vítima caída ao solo à espera do atendimento do Samu - bem mais eficiente, antes quando era chamado e não precisava de questionários para saber o real estado da vitima -, e ao lado da moto, o “condutor bundão”, com cara de mocinha do interior prenha do boto.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Ao governador, para conhecimento
Governador tem muitas falhas
no atendimento das UPA’S
Dias desses, influente assessor governamental disse em uma roda de oficiais da PM que este blogueiro era o Washington Aquino da imprensa escrita, numa alusão das restrições que setores oficias fazem do trabalho do Aquino. Eu e Aquino temos mesmo algo em comum.
Entendemos que assessorar é lavar para nosso assessorado, os acertos e os erros e, neste segundo caso, mostrar sugestões para eventuais acertos. Infelizmente tem uma ruma de bajuladores que prefere “não aborrecer o chefe com más notícias”. Passam a idéia para o chefe (no caso o governador) que em sua administração não existem falhas.
O chefe logicamente acreditará. Afinal quem o está informando é gente de sua confiança e vai a TV passar as informações a população, como se verdadeiras fossem. A população sabe que não é verdade. Os prejuízos políticos para o governador são enormes. Fica maculada sua credibilidade.
Exemplo? No dia da inauguração da Unidade de Pronto Atendimento do Tucumã fui levar uma pessoa da família para atendimento médico. Foram tres horas de espera por uma consulta com direito à assistir as maiores barbaridades e reclamações.
Só havia um clínico geral atendendo uma multidão. Não havia sala para pequenos curativos de emergências (primeiros socorros) e o laboratório de Raio -X não funciona.
As pessoas estão sendo encaminhadas para a Fundhacre. Os exames são agendados para o próximo ano. A farmácia tem um número reduzido de itens. A maior parte das receitas são levadas para atendimento no Posto Barral y Barral, na Estação Experimental.
Essa semana, uma reportagem da TV GAZETA esteve no local. A população colocou a boca no trombone. Disse que o atendimento no Pronto Socorro era melhor.
Imaginem ao ponto que chegou o atendimento na UPA do Tucumã. Ser considerado pior que no Pronto Socorro. Para os pacientes a reclamações tem lá suas razões. No PS o atendimento era demorado mais o doente era atendido. Agora é demorado e não funciona. Um exame simples de raio-X fica a espera por meses para ser feito.
O secretário Oswaldo Leal (da Saúde) não tem a hombridade para admitir as falhas. Mente ao dizer que a Unidade está em fase de adequação e que as necessidades serão supridas na medida em que foram surgindo.
Tenha dó. A UPA do Tucumã está em funcionamento ambulatorial há pelo menos quatro meses. Só agora foi inaugurada oficialmente pelo governador. O fato é que não tem mais essa de esperar “para vê como fica”. O correto é admitir que não existem médicos, que o laboratório de Raio-X não funciona por falta de operadores. Sabendo disso o governador colocará em funcionamento o laboratório de exames clínicos e de raio-X. Mandar contratar mais médicos.
Esses verdades o secretário de saúde e demais assessores do governador não lhe informam. Preferem bajular ao invés de mostrar onde estão as falhas para que o governador possa mandar saneá-las.
Para esses puxa sacos. Quem falar que algum setor da administração pública está ruim é inimigo. Merece ser punido, perseguido e retaliado.
Eu to que to!!!
PM do Acre utilizará patinetes elétricos no
patrulhamento do centro, praças e parques.
A Secretaria de Segurança Pública do Acre acaba de adquirir seis patinetes elétricos modelo Segway. Por enquanto, os equipamentos estão sendo utilizados em treinamentos. Sua operação necessita de equilíbrio e técnica direcional, ainda que seja de fácil manuseio.
O major PM Atahualpa, considera que a utilização do equipamento no enfrentamento da criminalidade é mais um a se somar a outros veículos utilizados pela Polícia Militar “mais sem dúvida será um instrumento importante na economia do esforço físico do operador”.
Os patinetes elétricos serão vistos em operação pela população de Rio Branco nos próximos dias, ainda durante a operação Natal e Ano Novo. Pela natureza do equipamento seu uso ficará restrito as avenidas centrais, praças e parques.
Para a secretaria de segurança pública Márcia Regina os patinetes elétricos não irão resolver os problemas de violência, mas serão importantes, nos deslocamentos rápidos e constantes pelo centro comercial.
“As vantagens são várias, funciona com combustível não poluente. Condiciona rápido deslocamento sem nenhum esforço físico, não emite ruídos e tem autonomia de 40 km.
Será mais uma arma contra o crime e não se constitui nenhuma novidade tecnológica uma vez que já vêm sendo utilizados em batalhões de Polícia Militar em diversos estados do País”.
Para Márcia Regina à aquisição dos patinetes elétricos através do Governo do Estado demonstra sua preocupação em dotar nossa Polícia Militar com o que há de mais modernos em termos de tecnologias utilizadas no enfrentamento da criminalidade.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O estigma do tatuado
Gravura no corpo denunciam
comportamento alienado
De cada dez presos na penal, sete são tatuados
“Nem todo tatuado é bandido, mas todo bandido é tatuado”. A frase é do delegado de polícia Civil Silvano Rabelo, um dos mais experientes delegados de polícia da capital. Foi dita a um jovem preso na delegacia do Grupo Anti Assalto (por suspeita de roubo - assalto), quando a especializada ainda funcionava no Conjunto Universitário.
A tese do bandido tatuado é também compartilhada pela delegada Wania Lília, ex-Delegacia da Mulher de Rio Branco.
Certa vez ela sugeriu a mim, quando eu fazia cobertura de reportagens policiais para o Jornal A Gazeta. “Por que você não faz uma reportagem alertando os jovens contra o uso indiscriminado de tatuagem. Eles fazem por modismo sem a noção do quanto essas gravuras na pele o discriminam, até para conseguirem emprego”.
E arrematava ela. “A tatuagem fica muito bem no corpo de jogadores de futebol e pagodeiros famosos. Nos pobres, é visto com muitas reservas e servem para excluí-los ainda mais”.
Tanto Wania Lília quanto Silvano Rabelo, estão cobertos de razão. Basta o interessado no assunto visitar o complexo penitenciário Dr. Francisco d’Oliveira Conde para se constatar que de cada dez presos, sete são tatuados.
O que leva nossos jovens a encherem o corpo de desenhos que em muitos casos nem os próprios sabem o significado? As tatuagens são usadas como digitais. São incontáveis os casos em que delinquentes são identificados por suas vitimas, devido às tatuagens que carregam no corpo.
O que se pode concluir é que as gravuras que enche os olhos da juventude alienada são as mesmas que servem para identificá-los quando promovem atitudes anti sociais.
Assim nossos jovens deveriam “caírem na real” e comprovar que pintar o corpo, é “a uma tremenda roubada”.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Ta faltando heróis?
Os “zeróis” acreanos “forjados” na ponta da caneta
Leio no blog de Xapuri http://raimari.blogspot.com artigo assinado por professor Nazareno intitulado Os “zeróis” de Rondônia. Ele fala de pessoas ilustres como Abraão Lincoln, George Washington, Martin Luther King e até no pervertido John Kennedy, como exemplos de pessoas que devem permanecer na História dos seus lugares como verdadeiros heróis.
Na realidade, Nazareno quer “tirar sarro” dos rondonienses por estes não terem heróis e tem a maior “cara de pau” em dizer: “Até o Acre tem os seus heróis. Chico Mendes, que esteve à frente de sua realidade ao defender o meio ambiente quando ninguém..., Marina Silva, amiga e contemporânea do "amigo da floresta"..., para finalmente dizer que Rondônia não tem heróis, nunca teve e nem também ninguém que tenha se destacado sequer a nível nacional ou mesmo regional.
Segundo ele, “Carlos Ghosn, presidente da Nissan, nascido em Porto Velho em 1954, se naturalizou francês. José Maurício Bustani, porto-velhense nascido em 1945, talvez nunca mais tenha vindo aqui depois que foi embora e se formou pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, a PUC, em 1967. Quem conhece alguma declaração deles falando sobre sua terra de origem? A maioria dos coronéis que governaram isto aqui morreu nos seus estados de origem sem ao menos lembrar a existência das “Terras Karipunas”.
Professor Nazareno, eu já havia escrito algo sobre os heróis acreanos mais descartei o assunto. Achei deselegante um filho de Rondônia “desdenhar” dos heróis alheios. Mas como o senhor puxou o assunto:...
Vamos lá... Chico Mendes é ou foi herói de quem? Quando e Onde? Qual foram suas ações em favor das florestas pelo mundo, exceto as estradas de seringa do Seringal Cachoeira? Uma briga fisiológica em favor das seringueiras que lhes garantiam sustento... Ou o senhor acredita que ele tinha noção de ecologia, meu ambiente, eco sistema, efeito estufa e aquecimento global? Era apenas um trabalhador preocupado com a própria vida. Depois de morto, foi vendido como produto de exportação do Acre na condição herói. Ponto!
O senhor sabia que a família de outro “herói” acreano Coronel Mâncio Lima entrou na justiça contra um historiador da UFAC para este não publicar as barbaridades que ela fazia contra os índios? Desde quando promover genocídio durante as “correrias” em aldeias repletas de índios dormindo, é heroísmo?
E a nossa senadora Marina Silva (eu votei nela) ambientalista ultra radical que deixou o Ministério do Meio Ambiente após perder as lutas solos que travou contra os transgênicos, o avanço da cana de açúcar na Amazônia e a construção das hidrelétricas de Rondônia e há quem diga ter sido ela responsável por anos de atraso nas obras de construção da BR-364 entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul, ao exigir apresentação do EIA/RIMA. E que teria seu “dedo” para o fracasso na instalação de uma usina de álcool no Acre? É uma pessoa honrada, de idéias próprias e que as defende até as últimas conseqüências. Mas daí a ser heroína...
O senhor sabia que o maior herói acreano, Plácido de Castro, foi contratado por comerciantes de Manaus e Belém para comandar uma guerrilha contra o exército boliviano no Acre. Quem luta por dinheiro é herói ou mercenário?
Quantos livros o senhor já leu de outro herói acreano Elias Antunes que ganhou até estátua na “calçada da fama” do Acre como poeta e escritor? Historiadores da Globo o citaram na novela “De Galvez a Chico Mendes” (de Glória Peres), como um pinguço desocupado que vivia a escrever versinho para ganhar cachaça “de graça” nos bares da época? Enfim, a lista de heróis no Acre é extensa.
Tenho o maior respeito pelo povo acreano. Meus filhos e netos são todos acreanos e não sou acreano nato por força do acaso. Quando meus pais se mudaram para Rondônia (onde nasci) minha mãe estava no oitavo mês de minha gestação.
Me considerado por tanto, um legítimo acreano. Mas não posso ficar calado quando o assunto é falta de herói. Acredito ser melhor não tê-los, que fabricá-los para se dizer que tem.
Para os rondonienses, o único herói conhecido é o marechal do exército e engenheiro topográfico Candido Mariano da Silva Rondôn, enviado do Rio de Janeiro pelo presidente da república para comandar a construção da rede de telégrafo entre Porto Velho e Cuiabá. Dizem que era um militar linha dura e cruel. Teria mando matar muitos que não concordavam com sua veneração pelos índios, que dizimavam os trabalhadores. Pelo seu pioneirismo de ações em lugares inóspitos, também foi homenageado com o nome do Projeto Rondôn. O senhor conhece?
O certo é professor Nazareno, que o nome “Rondônia” é em homenagem ao marechal Rondon, herói rondoniense tão desmerecido em minha opinião, quanto à totalidade dos “heróis acreanos”.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Desproporcional a ofensa
Prisão de jornalista deve ser motivo
de reflexão para a categoria
(*) Nonato de Souza
Ao me reportar sobre o assunto “A Prisão do Muniz”, quero prestar minha solidariedade de público a um amigo de longas datas com quem tive o privilégio de trabalhar junto por muitos anos, quando eu fazia parte do quadro de funcionários do Jornal O RIO BRABNCO. Foram exatos, nove anos e seis meses.
Esse lamentável e condenável episódio de sua prisão traz para o seio da categoria dos jornalistas, questionamentos há muito comentado nos bastidores. Até onde o jornalista deve “vestir a camisa” da empresa em que trabalha?
Qual deve ser o limite do envolvimento do profissional com as desavenças comercias, políticas ou sociais entre seu patrão, o dono do jornal e o governo?
Quando o patrão reúne repórteres para informar que até segunda ordem, “nenhuma linha pode ser escrita a favor do governo e se houver consistência e provas, deve ser batido até pedir arrego”. Até onde o jornalista deve “obedecer” tais recomendações?
Não há fato isolado para exemplos, onde o patrão consegue seus pleitos junto ao governo. Passa a fazer parte da lista de convidados em solenidades oficiais e sociais, enquanto o jornalista fica “queimado”, desprestigiado e em alguns casos, até sem espaço no campo de trabalho.
O profissional é usado como braço armado do patrão para "bater" no governo. Feitas as pazes entre as “partes” o braço armado volta para o arsenal do paiol, até que se apresente nova frente de luta. Uma pouca vergonha que tem a ser levada para debates e discussões na próxima assembléia dos jornalistas. Muniz é uma dessas vitimas.
Eu igualmente, sobrevivo a contas gotas de antídoto para me desintoxicar do veneno que me impôs de “guela abaixo”, um “poço de maldades” que toda a imprensa do Acre conhece.
Meu erro? O mesmo cometido por Muniz. Ir para a frente de uma briga que não era minha. Os inimigos agora são amigos. Eu, inimigo dos dois”. Quanto a dura punição imposta pela Justiça ao Muniz, faço a seguinte comparação:
O velho médico do interior, aprendeu na faculdade de medicina que remédio pra diarréia é “Enteroviofórmio”. Nunca soube que esse medicamento deixou de ser produzido pela indústria farmacêutica e ainda hoje o receita a seus pacientes.
A Lei de Imprensa usada para punir o Muniz, foi produzida pelos militares na época de ditadura. Há dois anos foi abolida do ordenamento jurídico e portanto, as punições com base na mal fadada lei, naturalmente foram abolidas também. Mas tem juiz que não sabe disso.
(*) Jornalista e servidor público, ex integrante dos quadros do Jornal o Rio Branco e Jornal A GAZETA por mais de 20 anos.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Hora da onça beber água
Decreto sobre referendo da hora
oficial do Acre é publicado no DOU O Diário Oficial da União publicou ontem dia 1º de dezembro o decreto que dispõe sobre a realização de referendo para decidir sobre o fuso horário no Acre, modificado em junho do ano passado.
Os eleitores responderão apenas “sim” ou “não” à pergunta: Você é a favor da recente alteração do horário legal promovida no seu Estado?
O horário no Acre foi modificado em junho do ano passado, assim como em parte do estado do Amazonas. O tema é motivo de polêmica desde então e agora o povo decidirá - como deveria ter ocorrido – o que realmente quer para si.
Integra do Decreto Legislativo:
Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Marconi Perillo, Primeiro Vice-Presidente do Senado Federal, no exercício da Presidência, nos termos do parágrafo único do art. 52 do
Regimento Comum e do inciso XXVIII do art. 48 do Regimento Interno do Senado Federal, promulgo o seguinte
DECRETO LEGISLATIVO No – 900, DE 2009
Dispõe sobre a realização de referendo para decidir sobre a
Art. 1º É convocado, com fundamento no inciso XV do art. 49 combinado com o parágrafo único do art. 1º e com o inciso II do art. 14 da Constituição Federal, referendo a ser realizado no Estado do Acre, que teve a hora legal alterada pela Lei nº 11.662, de 24 de abril de 2008, pelo Tribunal Regional Eleitoral, nos termos da Lei nº 9.709, de 18 de novembro de 1998, para consultar o eleitorado do Estado sobre a conveniência e a oportunidade da referida alteração.
Art. 2º O referendo de que trata o art. 1º realizar-se-á concomitantemente com a primeira eleição subsequente à promulgação deste Decreto Legislativo.
Parágrafo único. O eleitorado será chamado a responder “Sim” ou “Não” à seguinte questão: “Você é a favor da recente alteração do horário legal promovida no seu Estado?”.
Art. 3º Campanha institucional da Justiça Eleitoral, veiculada nos meios de comunicação de massa, poderá esclarecer a população a respeito da questão formulada no parágrafo único do art. 2º, com espaço idêntico para manifestações favoráveis e contrárias.
Art. 4º O referendo será considerado aprovado ou rejeitado por maioria simples, de acordo com o resultado enviado pelo Tribunal Regional Eleitoral ao Tribunal Superior Eleitoral e por este homologado.
Art. 5º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.
Senado Federal, em 1º de dezembro de 2009.
Senador MARCONI PERILLO
Primeiro Vice-Presidente do Senado
Censura
Jornalista é preso no Acre.
Sindicato divulga nota de repúdio
Sindicato divulga nota de repúdio
Nota de Repúdio
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Acre – Sinjac e a Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ manifestam publicamente seu repúdio contra a prisão do jornalista Antonio Muniz, do jornal O Rio Branco, se solidariza com o jornalista. Tal procedimento (prisão) não ajuda em nada o espírito de transparência e liberdade da imprensa expressamente recomendado pela Constituição Federal.
O Sinjac condena ainda a postura do Judiciário acreano, que utilizou como argumento artigos da extinta Lei de Imprensa, demonstrando o retrocesso que tem sido comum quando se trata de restringir direitos fundamentais.
O Sinjac também deixa claro que Antônio Muniz é cidadão acreano com residência fixa e exerce atividade profissional em local de conhecimento público, inclusive da justiça acreana, não se justificando, portanto, o pedido de prisão, aja vista que ele não representa perigo nenhum à sociedade.
Diretoria do SINJAC
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